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	<title>Comments for O Indivíduo</title>
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	<description>Porque só o indivíduo tem consciência</description>
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		<title>Comment on Homens e Sexo by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/07/25/homens-e-sexo/comment-page-1/#comment-5558</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:15:25 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Laura,

Meu português está rapidamente indo para o beleléu. Aproveitem enquanto não fica pior. :-)

Saudações,
Sergio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Laura,</p>
<p>Meu português está rapidamente indo para o beleléu. Aproveitem enquanto não fica pior. :-)</p>
<p>Saudações,<br />
Sergio</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comment on Einstein Esteve Aqui by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/05/28/einstein-esteve-aqui/comment-page-1/#comment-5555</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:58:19 +0000</pubDate>
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		<description>Tarde demais. :-)

Saudações,
Sergio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tarde demais. :-)</p>
<p>Saudações,<br />
Sergio</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comment on Einstein Esteve Aqui by Laura Pfau</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/05/28/einstein-esteve-aqui/comment-page-1/#comment-5516</link>
		<dc:creator>Laura Pfau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:09:18 +0000</pubDate>
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		<description>Nada de domo de cobre coberto de patina... Ops.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada de domo de cobre coberto de patina&#8230; Ops.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comment on Homens e Sexo by Laura Pfau</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/07/25/homens-e-sexo/comment-page-1/#comment-5511</link>
		<dc:creator>Laura Pfau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:04:26 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, seu texto parece que foi escrito em inglês e depois traduzido para o português. Arrume um tempo ai para ler os clássicos da língüa. Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, seu texto parece que foi escrito em inglês e depois traduzido para o português. Arrume um tempo ai para ler os clássicos da língüa. Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Homens e Sexo by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/07/25/homens-e-sexo/comment-page-1/#comment-5486</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:40:11 +0000</pubDate>
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		<description>A observação até é apropriada, mas masturbação não é substituto para sexo com uma mulher; se fosse, a dinâmica entre os sexos e grande parte das estruturas sociais seria completamente diferente (e além disso o instinto sexual masculino não cumpriria sua função biológica). Para uma vasta maioria dos homens, se masturbação fosse remotamente um substituto adequado e satisfatório para uma mulher, eles jamais passariam pela experiência altamente (na maioria dos casos, mitos à parte) degradante, deprimente, perigosa e problemática de contratar prostitutas.

Mas de fato, as diferenças fisiológicas não acabam na questão da testosterona. Masturbação, também, cumpre papéis diferentes para homens e mulheres. As mulheres não devem simplesmente assumir que masturbação masculina seja uma experiência igual à que experimentam ao se masturbarem. O homem está constantemente, incessantemente, implacavelmente enchendo o seu tanque de esperma com o propósito biológico de ser esvaziado dentro de uma mulher. Existe aí um imperativo químico, instintivo, basal que o homem não escolheu e sobre o qual tem muito pouco controle. Novamente, ele de fato tem um considerável grau de controle sobre o que *fazer* sobre o assunto. Mas não tem muita escolha sobre ter que encontrar *alguma forma* de conviver com aquele chamado, aquele grito insufocável estar berrando constantemente na mente dele : você precisa esvazia o seu tanque de esperma dentro de uma mulher. Claro, esvaziar sozinho olhando para imagens de mulheres é um simulacro paliativo que funciona mais ou menos; mas absolutamente não é satisfatório se for a única forma utilizada. No caso do homem ter uma parceira sexual satisfatória, pode até ser que masturbação não seja um ato de frustração, mas no caso de um homem sozinho, ou sexualmente insatisfeito, quase universalmente é.

Então, para resumir, coloquemos assim. A masturbação pode a meu ver ser sim um ingrediente para lidar com as pressões metabólicas a que um homem está sujeito, mesmo dentro de um relacionamento de casal perfeitamente estável e satisfatório para os dois. Mas dificilmente servirá como substituto para sexo. É um paliativo, um acessório. Não dá para tratar pneumonia com aspirina; pode pontualmente ajudar com os sintomas, algo que evidentemente é positivo para o conforto do paciente, mas não vai curá-lo.

Saudações,
Sergio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A observação até é apropriada, mas masturbação não é substituto para sexo com uma mulher; se fosse, a dinâmica entre os sexos e grande parte das estruturas sociais seria completamente diferente (e além disso o instinto sexual masculino não cumpriria sua função biológica). Para uma vasta maioria dos homens, se masturbação fosse remotamente um substituto adequado e satisfatório para uma mulher, eles jamais passariam pela experiência altamente (na maioria dos casos, mitos à parte) degradante, deprimente, perigosa e problemática de contratar prostitutas.</p>
<p>Mas de fato, as diferenças fisiológicas não acabam na questão da testosterona. Masturbação, também, cumpre papéis diferentes para homens e mulheres. As mulheres não devem simplesmente assumir que masturbação masculina seja uma experiência igual à que experimentam ao se masturbarem. O homem está constantemente, incessantemente, implacavelmente enchendo o seu tanque de esperma com o propósito biológico de ser esvaziado dentro de uma mulher. Existe aí um imperativo químico, instintivo, basal que o homem não escolheu e sobre o qual tem muito pouco controle. Novamente, ele de fato tem um considerável grau de controle sobre o que *fazer* sobre o assunto. Mas não tem muita escolha sobre ter que encontrar *alguma forma* de conviver com aquele chamado, aquele grito insufocável estar berrando constantemente na mente dele : você precisa esvazia o seu tanque de esperma dentro de uma mulher. Claro, esvaziar sozinho olhando para imagens de mulheres é um simulacro paliativo que funciona mais ou menos; mas absolutamente não é satisfatório se for a única forma utilizada. No caso do homem ter uma parceira sexual satisfatória, pode até ser que masturbação não seja um ato de frustração, mas no caso de um homem sozinho, ou sexualmente insatisfeito, quase universalmente é.</p>
<p>Então, para resumir, coloquemos assim. A masturbação pode a meu ver ser sim um ingrediente para lidar com as pressões metabólicas a que um homem está sujeito, mesmo dentro de um relacionamento de casal perfeitamente estável e satisfatório para os dois. Mas dificilmente servirá como substituto para sexo. É um paliativo, um acessório. Não dá para tratar pneumonia com aspirina; pode pontualmente ajudar com os sintomas, algo que evidentemente é positivo para o conforto do paciente, mas não vai curá-lo.</p>
<p>Saudações,<br />
Sergio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Homens e Sexo by Sol Moras Segabinaze</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/07/25/homens-e-sexo/comment-page-1/#comment-5480</link>
		<dc:creator>Sol Moras Segabinaze</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 14:35:50 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, acho que faltou um componente na sua análise que ajuda a diminuir a tensão entre um casal na medida em que acalma o homem (ou a mulher, por que não?) de maneira prática, limpa e civilizada, sem coação ou pressão exagerada sobre o outro: a masturbação. 

Não dá pra falar de sexo ou excesso de testosterona sem levar isso em consideração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, acho que faltou um componente na sua análise que ajuda a diminuir a tensão entre um casal na medida em que acalma o homem (ou a mulher, por que não?) de maneira prática, limpa e civilizada, sem coação ou pressão exagerada sobre o outro: a masturbação. </p>
<p>Não dá pra falar de sexo ou excesso de testosterona sem levar isso em consideração.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Morte por Solidão by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/06/15/morte-por-solidao/comment-page-1/#comment-5475</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 14:59:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oindividuo.org/?p=2045#comment-5475</guid>
		<description>Oi Jane,

Não me parece muito provável que essa explicação seja suficiente para dar conta do fenômeno, pois ele ocorreu generalizadamente e não apenas em Roma... mas eu não conheço realmente essa teoria nem as evidências a favor ou contra ela, então não tenho como dar uma opinião mais sólida...

Saudações,
Sergio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Jane,</p>
<p>Não me parece muito provável que essa explicação seja suficiente para dar conta do fenômeno, pois ele ocorreu generalizadamente e não apenas em Roma&#8230; mas eu não conheço realmente essa teoria nem as evidências a favor ou contra ela, então não tenho como dar uma opinião mais sólida&#8230;</p>
<p>Saudações,<br />
Sergio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Morte por Solidão by Jane C. Z.</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/06/15/morte-por-solidao/comment-page-1/#comment-5471</link>
		<dc:creator>Jane C. Z.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 23:20:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oindividuo.org/?p=2045#comment-5471</guid>
		<description>Eu vi (na TV) ou li em algum lugar que a população de Roma decaiu tanto e em tão pouco tempo por causa da falta de água que assolou a cidade após uma estratégia dos &quot;de fora&quot;, que destruíam partes dos aquedutos a fim de minar a resistência da cidade.
Será verdade?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vi (na TV) ou li em algum lugar que a população de Roma decaiu tanto e em tão pouco tempo por causa da falta de água que assolou a cidade após uma estratégia dos &#8220;de fora&#8221;, que destruíam partes dos aquedutos a fim de minar a resistência da cidade.<br />
Será verdade?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Ainda Ateísmo by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/05/27/ainda-ateismo/comment-page-1/#comment-5467</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 16:43:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oindividuo.org/?p=1985#comment-5467</guid>
		<description>Oi Joel,

Não, eu não pretendo dar uma resposta à resposta à minha resposta... a reposta original já é ruim que chegue. Sabe, uma coisa é ter uma opinião da qual eu discordo, outra é estar falando nonsense total, e ainda por cima desonesto (isto é, representando minhas opiniões de uma forma tão distorcida que não posso conceber que seja um erro sincero).

Sobre a causa primeira, olha só, não é que ela não tenha *nada* a ver com o deus das religiões; a questão é que dos argumentos apresentados sobre a necessidade de uma causa primeira num contexto teológico, quase universalmente salta-se então para todo tipo de conclusões sobre propriedades adicionais da causa primeira que não são nem remotamente logicamente necessárias. Por que teria que ser um único deus, e não vários, ou mesmo infinitos? Por que tem que ser um ser com autoconsciência ao invés de simplesmente uma força impessoal da natureza? E como é que ética e moral têm qualquer coisa a ver com isso? Etc, etc.

Então é nesse sentido que eu repudio as tentativas de justificar deuses através de argumentos sobre &quot;causas primeiras&quot;. Mesmo que aceitemos que uma &quot;causa primeira&quot; seja necessária - e até isso é discutível - daí não decorrem todas as propriedades fantásticas atribuídas aos deuses das religiões. Então se formos entender o conceito de deus como apenas um *nome* para a causa primeira ao invés de como uma figura mitológica que ocorre de cumprir o papel de causa primeira nas religiões, então realmente ele tem muito pouco a ver com os deuses como apresentados pelas religiões do mundo.

Saudações,
Sergio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Joel,</p>
<p>Não, eu não pretendo dar uma resposta à resposta à minha resposta&#8230; a reposta original já é ruim que chegue. Sabe, uma coisa é ter uma opinião da qual eu discordo, outra é estar falando nonsense total, e ainda por cima desonesto (isto é, representando minhas opiniões de uma forma tão distorcida que não posso conceber que seja um erro sincero).</p>
<p>Sobre a causa primeira, olha só, não é que ela não tenha *nada* a ver com o deus das religiões; a questão é que dos argumentos apresentados sobre a necessidade de uma causa primeira num contexto teológico, quase universalmente salta-se então para todo tipo de conclusões sobre propriedades adicionais da causa primeira que não são nem remotamente logicamente necessárias. Por que teria que ser um único deus, e não vários, ou mesmo infinitos? Por que tem que ser um ser com autoconsciência ao invés de simplesmente uma força impessoal da natureza? E como é que ética e moral têm qualquer coisa a ver com isso? Etc, etc.</p>
<p>Então é nesse sentido que eu repudio as tentativas de justificar deuses através de argumentos sobre &#8220;causas primeiras&#8221;. Mesmo que aceitemos que uma &#8220;causa primeira&#8221; seja necessária &#8211; e até isso é discutível &#8211; daí não decorrem todas as propriedades fantásticas atribuídas aos deuses das religiões. Então se formos entender o conceito de deus como apenas um *nome* para a causa primeira ao invés de como uma figura mitológica que ocorre de cumprir o papel de causa primeira nas religiões, então realmente ele tem muito pouco a ver com os deuses como apresentados pelas religiões do mundo.</p>
<p>Saudações,<br />
Sergio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Morte por Solidão by Sergio de Biasi</title>
		<link>http://www.oindividuo.org/2010/06/15/morte-por-solidao/comment-page-1/#comment-5409</link>
		<dc:creator>Sergio de Biasi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 22:32:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oindividuo.org/?p=2045#comment-5409</guid>
		<description>Note que eu não afirmei que o cristianismo teria sido o responsável por isso. Agora, não que não haja argumentos a favor do cristianismo ter tido lá o seu papel; as restrições da igreja papólica não só ao concubinato como ao casamento em si mesmo foram ficando cada vez mais histéricas ao progredir a Idade Média. Alem disso, hoje a Europa &quot;cristã&quot; tem novamente enormes problemas de reprodução e de crescimento populacional. Por outro lado, a política oficial da igreja papólica hoje em dia parece ser &quot;todo mundo deveria ter filhos sem parar&quot;, então talvez seja mesmo incorreto ir nessa direção ao procurar a causa. Uma parte da resposta é que não é só a Europa cristã que apresenta esse tipo de questão; praticamente todos os países de primeiro mundo a têm. E talvez haja nisso a repetição de algo que historicamente já ocorreu, isto é - sociedades ricas e avançadas tendo menos e menos filhos. Existe algo extremamente problemático em como sociedades estavelmente ricas se estruturam que de alguma forma acaba levando à decadência como grupo biológico. As pessoas começam a ter somente um ou dois filhos e aí entram em extinção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Note que eu não afirmei que o cristianismo teria sido o responsável por isso. Agora, não que não haja argumentos a favor do cristianismo ter tido lá o seu papel; as restrições da igreja papólica não só ao concubinato como ao casamento em si mesmo foram ficando cada vez mais histéricas ao progredir a Idade Média. Alem disso, hoje a Europa &#8220;cristã&#8221; tem novamente enormes problemas de reprodução e de crescimento populacional. Por outro lado, a política oficial da igreja papólica hoje em dia parece ser &#8220;todo mundo deveria ter filhos sem parar&#8221;, então talvez seja mesmo incorreto ir nessa direção ao procurar a causa. Uma parte da resposta é que não é só a Europa cristã que apresenta esse tipo de questão; praticamente todos os países de primeiro mundo a têm. E talvez haja nisso a repetição de algo que historicamente já ocorreu, isto é &#8211; sociedades ricas e avançadas tendo menos e menos filhos. Existe algo extremamente problemático em como sociedades estavelmente ricas se estruturam que de alguma forma acaba levando à decadência como grupo biológico. As pessoas começam a ter somente um ou dois filhos e aí entram em extinção.</p>
]]></content:encoded>
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